Estive lá, vi e ouvi.
Vi e ouvi a saudação do Flávio Nassar, que está aqui para ser lida por quem perdeu essa rara oportunidade.
Vi e ouvi o grupo de rabecas de Bragança, que tem a frente meu amigo de infância Benedito Padilha.
Não vi a homenagem dos quilombolas, mas soube, pelo Flávio, que foi de arrepiar.
De quebra, saí de lá com a certeza que Bragança tem tudo para se tornar uma Montpellier caeteuara, segundo os prognósticos do Vice-Reitor Horácio Schneider (que um dia vai ter busto em praça pública na minha terra pelo tanto que ele por ela já fez e ainda fará).
Para quem não entendeu bem esse lero final eu explico: Montpellier é uma encantadora cidade graças, entre outros bons atributos, a sua universidade, fundada em 1289, e seus 23.228 universitários. Tive a impressão que a cidade vive disso. E vive bem.
Bragança, repito, pode se tornar a Montpellier do Nordeste Paraense.