Lista Suja

Saiu ontem mais uma lista suja do Ministério do Trabalho e Emprego, aquela onde são lançados os empregadores que fazem uso de mão-de-obra análoga à escravidão, a chamada escravidão contemporânea.
Para não variar, cerca de 25% deles são do Pará.
Destaque para Miguel Gomes Filho, o Miguelito, ex-Vereador Presidente da Câmara Municipal de Marabá (PP).
Na página da ONG Repórter Brasil tem mais detalhes.

Comentários

JOSÉ DE ALENCAR disse…
Comentários anônimos são moderados, vale dizer, excluídos.
E, claro, não são respondidos.
Lilian Mansera disse…
Sr. José de Alencar,

Estamos tentando contato com o INQJ há várias semanas, pois o telefone ninguém atende, no endereço divulgado no site não há ninguém para atender e na verdade o site www.inqj.gov.br hoje aparece somente como "em construção". Sendo assim, necessitamos do novo contato de vocês, pois temos uma dívida (extremamente pequena) de um dos leilões eletrônicos que vocês organizaram e até o momento não solucionado conosco.
Não tenho necessidade de ficar anônima, só não queria divulgar toda essa informação, mas como o Sr. falou que as mensagens anônimas são deletadas...
Meu nome é Lilian Mansera - tel:
(11) 2165 9312. O nosso contato com vocês sempre foi o Sr. Eric Martins em SP e em Campinas a Srta Paola Cavalheira. Será que dessa forma conseguimos um contato? Certos de seu retorno. Atenciosamente, Lilian Mansera
JOSÉ DE ALENCAR disse…
Lilian,

Você se equivoca ao confundir este blog com o INQJ.
O comentário está fora do tema do post e do escopo do blog, que não é do INQJ.
De todo modo, para sua orientação, neste link consegui acessar normalmente a página do INQJ: http://www.inqj.org.br/10,1,16,24636.php
Faltou informar no comentário seu endereço eletrônico, que é o meio tecnológico adequado para troca de mensagens.
Lilian Mansera disse…
Sr. José Alencar,

Grata pela resposta, mas não me ajudou, pois o endereço que existe no site do INQJ não tem nenhuma pessoa para atender. O telefone também não atende. As mensagens enviadas no e-mail que está no site retornam. Entendo que o escopo do blog não é do INQJ, mas conforme texto do dia 31/10/2008, no seu blog, o Sr. anúncia o INQJ e informa que é um dos sócios fundadores e inclusive recebe alguns cumprimentos por isso. Devido a esse motivo, pela pesquisa realizada na Internet, é que cheguei a seu blog. Peço por gentileza que o Sr. informe a pessoa de contato do INQJ ou que alguém do INQJ faça o contato comigo. Gostaria muito de solucionar essa dependência o quanto antes. Certa de sua compreensão. Lilian Mansera (11) 2165.93.12 - e-mail: lmansera@uol.com.br

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