Juridiquês (12)

O flâneur Itajaí brindou-me com um precioso comentário no post anterior sobre este mesmo tema. Ele merece vir a ribalta (obrigado, Juca, e Feliz Círio para você aí do outro lado da vida).
Itajaí disse: Quando coordenei área de gestão do conhecimento no Ministério da Saúde, uma das questões mais debatidas foi exatamente como transpor a linguagem científica das ciências da vida para uso de autoridades do Judiciário, de modo a melhor embasar os processos que expressam a chamada judicialização da saúde.
Questões de linguagem e comunicação, no âmbito setorial e inter-setorial, são fundamentais para o exercício da cidadania e o perfeito entendimento entre os poderes
.
Concordo integralmente com Itajaí e acrescento um ponto ao conto.
É preciso aproximar o medicinês do juridiquês e os dois do cidadão comum que, entendendo melhor, adquirirá o conhecimento produzido por esses dois ramos do saber, necessário - e fundamental, como diz Itajaí - para o exercício pleno da cidadania. O capital intelectual deve ser também distribuído com máximo de equidade, para que as assimetrias e desigualdades econômicas e sociais não sejam acirradas.
Obrigado, Itajaí. Este agradecimento é também por esse teu esforço que, como servidor público, com certeza muito contribuiu para melhorar o exercício da cidadania.
Feliz Círio!

Comentários

Anônimo disse…
HASTA LA VITORIA SIEMPRE!
PARABNES!


CASA DE CUBA - BARAGANÇA - AJURUTEUA.
JOSÉ DE ALENCAR disse…
Gracias, Euton.

Saludos desde Ananindeua.

Feliz Cirio.

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